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	<title>Infotap</title>
	<subtitle type="html">Esse blog re&#250;ne artigos de conte&#250;do sobre a arte do sapateado americano. Para VISUALIZAR A LISTA com todos os artigos postados, digite "lista de artigos" na caixa "buscar". Se quiser publicar um artigo, entre em contato comigo via e-mail. Boa leitura</subtitle>
	<updated>15.10.08 18:04:54</updated>
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	<tagline>Esse blog re&#250;ne artigos de conte&#250;do sobre a arte do sapateado americano. Para VISUALIZAR A LISTA com todos os artigos postados, digite "lista de artigos" na caixa "buscar". Se quiser publicar um artigo, entre em contato comigo via e-mail. Boa leitura</tagline>  
	   
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		    <title type="text/plain" mode="xml">KS Cia de Sapateado</title>
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		    <author>
		       <name>Steven Harper</name>
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		    <updated>15.10.08 18:04:54</updated>
		    <published>15.10.08 17:55:15</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">
&#160;
A companhia conta com integrantes de diversas cidades do Estado, que se re&#250;nem para somar e dividir, t&#233;cnica e diferen&#231;as de estilo. &#201; aberta a novos core&#243;grafos e convidados oriundos de outros estilos de dan&#231;a. Ainda estamos engatinhando e descobrindo nosso caminho mas gostaria de dizer que me sinto realizada e feliz de ter conseguido juntar pessoas de muito valor para a dan&#231;a e que acreditam no sapateado como eu sempre acreditei. Fizemos algumas apresenta&#231;&#245;es com o espet&#225;culo:
&#160;
&#8226; Inside the Music : Core&#243;grafos : Adriana Digiovanni,Charles Renato, Juliana Garcia e Steve Zee
&#160;
&#8226; Elenco : Adriana Digiovanni, Aline Carneiro, Ana Paula Veneziani, Charles Renato, Juliana Garcia, Ma&#237;ra Ovalle, Rafael Gon&#231;alves, Samanta Varela e Susan Baskerville.
&#160;

&#160;
&#8226; Dire&#231;&#227;o Geral Kika Sampaio
&#160;
&#8226; Apresenta&#231;&#245;es:Mostra de Dan&#231;a de Corumb&#225; - Corumb&#225; 2007; Abertura do Festival Passo de Arte &#8211; Indaiatuba 2008; Brasil Internacional Tap Festival &#8211; Campinas 2008
&#160;
Os Primeiros Passos da Cia

Fiz v&#225;rias tentativas de ter uma companhia de sapateado americano sendo a primeira &#34;Salto e Sola&#34; juntamente com a Marchina, que posteriormente se transformou na &#34;Brasil Tap Dance&#34;, e que seguiu caminho somente com Marchina.
&#160;
Depois continuei com a Cia. do Kika Tap Center, que acabou terminando por falta de verba. J&#225; numa nova fase de vida e com um novo olhar sobre a dan&#231;a em 2006, o Kika Tap Center completou 25 anos e para este dia foi elaborada uma noite bem especial onde juntou grandes nomes do sapateado e da m&#250;sica, como a Traditional Jazz Band; Giba de Syllos, Chris Matallo, Charles Renato, Juliana Garcia, Adri Digiovanni, K&#225;tia Bar&#227;o, Susan Barkerville, Marcela Benvegnu ... E foi l&#225; que come&#231;aram a surgir &#224;s primeiras id&#233;ias incentivada pelo professor americano Steve Zee para o surgimento da KS Cia de Sapateado, que tem como principal proposta reunir grandes sapateadores, revelar novos core&#243;grafos e apresentar um trabalho que valorize cada indiv&#237;duo como um todo. 

Kika Sampaio - Diretora art&#237;stica 
&#160;
Diretora do Kika Tap Center desde 1982, escola pioneira no Brasil especializada em sapateado americano e representante oficial do m&#233;todo de ensino &#8220;Kahnotation&#8221;. Atua como professora e core&#243;grafa. ...Quando comecei a sapatear, o sapateado estava &#8220;ressurgindo&#8221;. Tudo come&#231;ou em 1976, em Londres, quando tive o meu primeiro contato com esta dan&#231;a. A dan&#231;a sempre existiu na minha vida. Fiz muitas aulas de cl&#225;ssico, express&#227;o corporal, moderno, jazz... De volta ao Brasil, encontrei um professor em S&#227;o Paulo, chamado Gualter da Silva, que me ensinou muitas coisas e me aconselhou a ir aos USA para me aperfei&#231;oar. 
&#160;
Conhecendo o professor Stanley Kahn, em S&#227;o Francisco, vi que t&#237;nhamos algo em comum: a preocupa&#231;&#227;o em ensinar esta arte de uma forma descontra&#237;da e simples. Em Nova York tive aulas com grandes professores que me ensinaram outros estilos de sapateado. A minha escola &#233; a do &#8220;Tradicional Tap&#8221;, sapateado tradicional, que valoriza os antigos sapateadores pela suas cria&#231;&#245;es e pelo seu valor na hist&#243;ria do sapateado Americano. 
&#160;
Durante este per&#237;odo criei v&#225;rias coreografias para os principais musicais em S&#227;o Paulo, trabalhando junto aos mais importantes diretores do teatro nacional como Jorge Takla, Charles M&#252;ller, Jorge Fernando, Wolf Maia dentre outros. 
&#160;
Nos EUA, fui convidada a participar do &#34;Special Tap Dance Tribute to Mr. Stanley Kahn&#34; realizado em S.Francisco e Special Tap Tribute to Henry Lee Tang New York.
&#160;
Fez parte do Conselho Consultivo&#160;do Festival de Dan&#231;a de Joinville 2005-2006. Pioneira no Brasil do curso de sapateado a longa distancia, pela Unidan&#231;a. 
&#160;
Atualmente al&#233;m de dar aulas, tamb&#233;m ministra cursos de especializa&#231;&#227;o em metodologia de ensino para professores. 


&#160;</content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">Jimmy Slyde, uma entrevista, parte 1</title>
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		    <author>
		       <name>Steven Harper</name>
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		    <updated>13.06.08 13:21:23</updated>
		    <published>28.05.08 15:00:44</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">James Titus Godbolt nasceu em Atlanta, em 1927, mas foi em Boston, onde seus pais se mudaram quando ele ainda era crian&#231;a, que descobriu seu amor e talento pelo sapateado. Ainda jovem, juntou-se ao Jimmy Mitchell para criar a dupla The Slyde Brothers, com o qual desenvolveu seu estilo deslizante. Ficou rapidamente conhecido no meio como Jimmy Slyde. &#160;&#160;&#160;&#160; Seu estilo elegante, sua musicalidade impec&#225;vel, seu senso de ritmo, seu carisma e seus famosos deslizes pelo palco o tornaram uma personalidade em constante demanda pelas grandes orquestras de jazz da &#233;poca, trabalhando assim com os maiores jazzistas, como Duke Ellington, Count Basie e Louis Armstrong, entre outros. &#160;&#160;&#160;&#160; Nos anos 70, morou na Su&#237;&#231;a e na Fran&#231;a, onde ajudou a desenvolver o rhythm tap, junto com Sarah Petronio. Em 1985, participou da montagem original de &#34;Black and Blue&#34;, em Paris, e em 1987 voltou para os Estados Unidos, trabalhando nos espet&#225;culos &#8220;Black and Blue&#8221; na Broadway, e nos filmes &#8220;Tap&#8221; (com Gregory Hines e Sammy Davis Jr), &#34;The Cotton Club&#34;, &#8220;Round Midnight&#8221;, e outros.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Jimmy foi o mentor de sapateadores importantes da cena atual, como Van Porter, Max Pollack, Tamango, Roxanne 'Butterly&#8217;, entre muitos outros. 
Ele faleceu&#160;dia 16 de maio 2008, aos 80 anos de idade. Fiz essa entrevista em maio de 1998, quando&#160;veio ao Rio de Janeiro, a convite de Claudio Figueira, para participar do &#8220;Tap Encontro&#8221;. Vale a pena reler. Steven Harper: Esta &#233; a primeira vez que voc&#234; vem ao Brasil? Jimmy Slyde: N&#227;o, eu estive aqui antes com um show chamado &#34;A Thousand Years of Jazz&#34; &#8211; no Rio, S&#227;o Paulo e algumas outras cidades da Am&#233;rica Latina. Havia grandes dan&#231;arinos no grupo: Lon Chainey, Ralph Brown... foi &#243;timo. SH.: Voc&#234; se lembra em que ano foi isso? JS.: N&#227;o exatamente, foi no in&#237;cio dos anos 70, antes de me mudar para a Europa (Jimmy passou v&#225;rios anos na Su&#237;&#231;a e na Fran&#231;a) SH.: Essa turn&#234; era com uma big band? JS.: N&#227;o era uma orquestra grande, mas era uma grande orquestra. Chamava-se &#34;The Legends of Jazz&#34;. Eles j&#225; eram senhores, todos de Nova Orleans e tocavam o jazz tradicional. Eles tinham em m&#233;dia 70, 80 anos &#8211; foi um show muito bom. SH.: Voc&#234; era o jovem ent&#227;o? JS.: Sim, eu era a crian&#231;a no show (risos - ele tinha uns 45 anos). SH.: Voc&#234; conheceu algum sapateador brasileiro nesta turn&#234;? JS.: Um amigo me levou a alguns est&#250;dios de dan&#231;a. Eles n&#227;o tinham muita gente com chapinhas, mas estavam sapateando, dan&#231;avam com sapatos comuns. O sapateado ainda n&#227;o era muito popular e conhecido na &#233;poca. Eles gostavam de assistir, a audi&#234;ncia era &#243;tima, mas eu n&#227;o acredito que muitos sapateadores tenham estado aqui antes de n&#243;s. SH.: Agora voc&#234; volta e tem entre 60 e 70 alunos assistindo sua aula. Qual foi sua impress&#227;o sobre eles? JS.: Eu penso o mesmo que antes: deveria haver mais sapateado no Brasil! Eu fiquei feliz de ver tantos dan&#231;arinos maravilhosos, eu fiquei realmente impressionado. Nas aulas n&#243;s n&#227;o nos comunicamos verbalmente porque eu n&#227;o falo portugu&#234;s, mas n&#243;s nos comunicamos e eles entenderam e fizeram o que eu pedi que fizessem. Fizemos alguns fundamentos do sapateado e foi uma boa aula, acredito que eles se divertiram. 
- N&#227;o perde a&#160;segunda parte da entrevista 

&#160;</content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">Jimmy Slyde, uma entrevista, parte 2</title>
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		       <name>Steven Harper</name>
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		    <updated>17.06.08 11:44:52</updated>
		    <published>28.05.08 14:40:24</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">SH.: Em outras entrevistas suas, voc&#234; sempre enfatiza a import&#226;ncia das bases do sapateado. Porque isso e o que voc&#234; achou dos sapateadores daqui? JS.: Bem, as bases s&#227;o o mais importante porque qualquer dan&#231;a que se fa&#231;a, consiste de b&#225;sicos. &#201; como um instrumento musical, voc&#234; n&#227;o vai tocar nenhuma nota que n&#227;o esteja l&#225;. Existem as bases e se faz combina&#231;&#245;es de passos a partir delas. Logo aqui, como em qualquer outro lugar, eles precisam praticar mais o b&#225;sico. O mesmo vale pra voc&#234;, pra mim, pra qualquer um! Eu tamb&#233;m vi uma movimenta&#231;&#227;o de qualidade e particularmente muito prazer em faz&#234;-lo, ent&#227;o estou feliz com o que vi aqui. SH.: Voc&#234; se sente especialmente satisfeito quando v&#234; jovens sapateando? JS.: Sempre, sempre, porque eu sei que vai durar: jovens mostrando a outros jovens, mais velhos mostrando aos jovens... e o prazer continua, afinal a dan&#231;a &#233; essencialmente, prazer. SH.: O sapateado quase sumiu durante os anos 50 e 60 nos Estados Unidos, durante esses anos, alguma vez voc&#234; achou que o sapateado ia simplesmente morrer? JS.: A dan&#231;a n&#227;o acabaria nunca, talvez os trabalhos. Mas o sapateado n&#227;o acabaria, ou morreria, nunca. Os clubes, teatros, lugares onde as big bands tocavam, todos eles passaram a apresentar outros tipos de shows. A realidade crua ganhou mais import&#226;ncia, os neg&#243;cios mudaram e n&#227;o acho que estejamos melhor assim. Da mesma forma aconteceu com o cinema, n&#243;s costum&#225;vamos ver um monte de musicais, agora tudo que h&#225; &#233; viol&#234;ncia, n&#227;o vejo alegria na ind&#250;stria do entretenimento. Eu gostaria de ver um musical de vez em quando, o cinema. Quando foi a &#250;ltima vez que voc&#234; viu um musical, fora da Broadway? Ent&#227;o, eu penso que se n&#243;s voltarmos para essas produ&#231;&#245;es um pouco mais, mesmo que enfatizando hip hop, ou rap, ou o que quer que seja, o sapateado tem que estar presente, ele &#233; cl&#225;ssico, vai existir enquanto existir dan&#231;a. &#201; simples assim. SH.: Voc&#234; mencionou hip hop, o que me faz pensar em Savion Glover (a estrela do musical &#34;Bring in da Funk, Bring in da Noise&#34;). Voc&#234; o v&#234; como um l&#237;der, algu&#233;m que pode influenciar positivamente e inspirar a nova gera&#231;&#227;o? (lembra que a entrevista data de 1998!) JS.: Ah, ele j&#225; fez isso, inspirou um monte de jovens. Ele fez a dan&#231;a importante de novo porque mostra a energia e a juventude, mas tamb&#233;m mostra um grande sapateado &#8211; &#233; fant&#225;stico &#8211; e ele passa sua experi&#234;ncia para outros grandes dan&#231;arinos como Bakaari Wilder, Omar, Derek Grant e todos os outros que fazem parte do show. Eles est&#227;o realmente marcando presen&#231;a no mundo da dan&#231;a. SH.: Que conselho voc&#234; daria para os jovens sapateadores de hoje? JS.: &#201; o mesmo que se preparar para o esporte: fique em forma. Entre-se em forma praticando, sabendo as bases. Eu continuo voltando para elas, isso te deixa afinado. Eu n&#227;o acho que todos devam tentar ou v&#227;o tornar-se profissionais, mas v&#227;o ter muita divers&#227;o somada a um exerc&#237;cio melhor que aer&#243;bica, e serve para pessoas mais velhas tamb&#233;m. Voc&#234; sabe, eu n&#227;o sou mais nenhum garoto. Sapatear me mant&#233;m firme atrav&#233;s dos anos, n&#227;o &#233; apenas saud&#225;vel h&#225; tamb&#233;m muito prazer na dan&#231;a. A pessoa se inspira e n&#227;o p&#225;ra nunca de aprender. &#201; uma atividade feliz! SH.: Voc&#234; diz que nunca p&#225;ra de aprender. Voc&#234; sempre sapateou do mesmo jeito que hoje? Depois de 50 anos de dan&#231;a, voc&#234; ainda se inspira com ela? Ainda cresce como dan&#231;arino? JS.: N&#227;o acho que esteja crescendo e sim amadurecendo. Eu n&#227;o me esfor&#231;o tanto, n&#227;o pratico como deveria. N&#227;o sou um dan&#231;arino aspirante. Transpirante sim, aspirante n&#227;o (risos). Isso &#233; para a juventude. Eles t&#234;m que se exercitar, estar por dentro, trocar passos, ver o que os outros est&#227;o fazendo, gostar e pegar algo para si... manter-se saud&#225;veis no sapateado. Eu mesmo fico por a&#237;, tomando conta das minhas crian&#231;as, porque eu os chamo a todos de minhas crian&#231;as, Savion, Bakaari, Derek, Van Porter e todo mundo. Quando eles precisam saber de alguma coisa eu procuro estar &#224; disposi&#231;&#227;o. Van me chama de doutor, &#34;Dr. Slyde&#34; (risos). Ent&#227;o eu espero estar sendo &#250;til aos dan&#231;arinos mais jovens, pra faz&#234;-los ver como &#233; bom. SH.: Voc&#234; teve uma boa vida? JS.: Maravilhosa &#8211; e ainda continua... SH.: Desculpe, n&#227;o me leve a mal... JS.: Ah, n&#227;o, n&#227;o... esta &#233; a boa parte &#8211; a vida continua e eu sinto que ainda tem alguma coisa boa vindo por a&#237;. Enquanto eu puder, por exemplo vir ao Rio e ter a oportunidade de fazer as pessoas sorrirem, isso me faz sentir feliz. SH.: No palco voc&#234; nunca se repete ou faz as mesmas combina&#231;&#245;es?Sempre trabalhou na base do improviso ou j&#225; fez parte de um show onde devia repetir uma coreografia? JS.: Eu amo improvisar porque amo o jazz, sou da gera&#231;&#227;o do Be-bop, com Dizzy Gillespie, Charlie Parker, esse pessoal. Eu gosto da liberdade que o improviso permite. Eu sou um f&#227; e estudioso dessa parte da dan&#231;a, eu tento mant&#234;-la viva. Eu espero que mais tarde algu&#233;m fa&#231;a isso por mim. SH: Mas o Be-bop n&#227;o &#233; uma m&#250;sica dan&#231;ante, pelo menos n&#227;o &#233; a inten&#231;&#227;o do Be-bop de fazer dan&#231;ar. JS: Bom, alguns falam isso mas para mim era. Talvez porque conseguia pensar r&#225;pido o suficiente ou era interessado o suficiente em saber qual seria o papel do Be-bop dentro do jazz para querer participar do processo. Tenho a chance de ter muitos bons amigos m&#250;sicos como Barry Harrisson, Dexter Gordon e de trabalhar com eles. A grande &#233;poca dos big bands chegava no fim, era mais, sabe, pequenas bandas, e eu tinha mais gosto para o Be-bop. Hey, n&#227;o mudaria nada. Bom, na verdade gostaria de ter visto alguns sapateadores, como Baby Laurence, desfrutar de mais sucesso, que mais pessoas os conhecessem, porque eram realmente incr&#237;veis. N&#227;o pode imaginar a n&#227;o ser que estava na companhia deles e pude ver e ouvir o que estavam fazendo. Eram t&#227;o a frente dos outros. Mas eu, como disse, tento preservar e levar a arte para frente. Sou um fan e um estudioso dessa forma de sapatear. Espero que depois de mim vem algu&#233;m para a levar adiante. Van &#34;The Man&#34; est&#225; indo bem, Savion est&#225; &#243;timo. Herben Van Caseyle (&#8216;Tamango&#8217;. Nota do tradutor) da Guiana, Roxanne (&#8216;Butterfly&#8217;, como ele mesmo a batizou. Nota do tradutor), da Fran&#231;a, tem muita gente. SH.: Eles s&#227;o seus &#34;protegidos&#34;? JS.: Bom, n&#243;s temos algo em comum, n&#243;s curtimos o mesmo sentimento pela dan&#231;a que &#233; brincar com a m&#250;sica, n&#227;o apenas toc&#225;-la, mas brincar com ela, a gente se diverte muito trocando passos. Enquanto existir m&#250;sica, haver&#225; dan&#231;a. SH.: Eu gostaria de dizer que, n&#227;o apenas para mim mas para todas as pessoas envolvidas neste &#34;Tap Encontro&#34;, a sua vinda aqui &#233; algo muito especial, um grande evento, provavelmente maior do que voc&#234; pr&#243;prio possa imaginar. JS.: Esse &#233; um grande privil&#233;gio, n&#227;o apenas ver o que estou vendo e ouvir o que estou ouvindo mas s&#243; de saber que algu&#233;m se importa com a dan&#231;a e quer ver o coroa aqui escorregando por a&#237; &#8211; fico muito orgulhoso. Sou grato ao Cl&#225;udio Figueira por me convidar e aos dan&#231;arinos pelo interesse e pela forma como o demonstram. E n&#227;o esque&#231;amos a Margaret Morisson, ela est&#225; fazendo um maravilhoso trabalho deixando as crian&#231;as afinadas... SH.: Muito obrigado por nos ceder um pouco do seu tempo, voc&#234; teria algum coment&#225;rio final? JS.: Que a boa dan&#231;a continue e que as pessoas possam ter prazer assistindo e participando. 

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		    <title type="text/plain" mode="xml">Jacques Dalcroze e a Eurritmia</title>
		    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://infotap.blog.terra.com.br/jacques_dalcroze_e_a_eurritmia" />   
		    <author>
		       <name>Steven Harper</name>
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		   </author>
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		    <updated>05.03.08 22:16:51</updated>
		    <published>05.03.08 13:58:16</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">Esse texto entra no capitulo dos 'assuntos relacionados'. Foi&#160;enviado por Juliana Castro, de Bras&#237;lia.

Dalcroze e a Eurritmia &#160;&#160; Aos 27 anos de idade, como professor no Conservat&#243;rio de M&#250;sica de Genebra e j&#225; ent&#227;o um compositor reconhecido, Emile Jaques-Dalcroze constatou que os estudantes n&#227;o conseguiam ouvir (pela escuta interna ou mental) a m&#250;sica que viam escrita na partitura impressa, e que estes mesmos estudantes executavam o que liam de uma forma mec&#226;nica e pouco musical. &#160;&#160; Estas observa&#231;&#245;es levaram Jaques-Dalcroze a compreender que faltava aos estudantes a coordena&#231;&#227;o entre olhos, ouvidos, mente e corpo necess&#225;ria para aprender o repert&#243;rio e, principalmente, para tocar bem. Assim, percebeu que o primeiro instrumento musical que se deveria treinar era o corpo. Isto foi em 1887. &#160;&#160; Em meados do s&#233;culo XX diversas pesquisas confirmaram estas id&#233;ias: a kinestesia (de kines = movimento, thesia = consci&#234;ncia) &#233; de fato o sexto sentido. Na inf&#226;ncia, todos os sentidos recebem informa&#231;&#245;es da kinestesia &#8211; por isso &#233; que as crian&#231;as est&#227;o sempre se movimentando, explorando o mundo e construindo os &#8220;mapas&#8221; mentais que ser&#227;o usados pelo resto da vida. &#160;&#160;&#160; Eurritmia significa literalmente &#8220;bom ritmo&#8221; (de eu = bom, ritmo = fluxo, rio ou movimento). Combina&#231;&#227;o harmoniosa de propor&#231;&#245;es, linhas, cores e/ou sons; harmonia de um todo; movimenta&#231;&#227;o harmoniosa das partes que comp&#245;em um organismo. A eurritmia de Dalcroze estuda todos os elementos da m&#250;sica atrav&#233;s do movimento, partindo de tr&#234;s pressupostos b&#225;sicos: 1. Todos os elementos da m&#250;sica podem ser experimentados (vivenciados) atrav&#233;s do movimento. 2. Todo som musical come&#231;a com um movimento, portanto o corpo, que faz os sons, &#233; o primeiro instrumento musical a ser treinado. 3. H&#225; um gesto para cada som, e um som para cada gesto. Cada um dos elementos musicais &#8211; acentua&#231;&#227;o, fraseado, din&#226;mica, pulso, andamento, m&#233;trica &#8211; pode ser estudado atrav&#233;s do movimento. &#160;&#160; Muita gente pensa, equivocadamente, que a Eurritmia &#233; uma esp&#233;cie de dan&#231;a, ou de ensino de movimentos bonitos. Na verdade, os movimentos usados na Eurritmia s&#227;o improvisados pelos pr&#243;prios alunos, e n&#227;o propostos pelo professor.&#160;&#160;&#160; A&#160;dan&#231;a &#233; uma arte em si mesma; a eurritmia &#233; um meio para se atingir a plena musicalidade. O professor que usa a metodologia de Dalcroze costuma pedir aos alunos: &#8220;Mostrem-me o que voc&#234;s est&#227;o ouvindo&#8221;, em vez de &#8220;Digam-me o que voc&#234;s est&#227;o ouvindo&#8221;. &#160;&#160; Como a m&#250;sica &#233; arte n&#227;o verbal, &#233; este universo sem palavras que deve ser explorado durante as aulas e workshops. H&#225; muita atividade f&#237;sica, muito movimento enquanto se ouve a m&#250;sica tocada pelo professor (geralmente improvisando ao piano). Nestes jogos e brincadeiras r&#237;tmicas os alunos se envolvem e aprendem a aplicar, nas aulas e nas suas performances, os conceitos ali vivenciados. Sempre que poss&#237;vel, usam a demonstra&#231;&#227;o ao inv&#233;s da narrativa oral. &#160;&#160; A mesma id&#233;ia se aplica &#224; forma&#231;&#227;o de professores para o m&#233;todo: &#8220;Tentar aprender o m&#233;todo Dalcroze somente com a leitura &#233; o mesmo que tentar aprender a nadar somente atrav&#233;s da leitura&#8221;. O M&#233;todo Dalcroze &#160;&#160; Para cada som existe um movimento an&#225;logo, e para cada movimento existe um som an&#225;logo. &#160;&#160; O M&#233;todo Dalcroze visa &#224; aprendizagem da m&#250;sica atrav&#233;s da utiliza&#231;&#227;o do movimento e da sensa&#231;&#227;o corporal.&#160;&#160; As atividades propostas na experi&#234;ncia musical transformam-se em conhecimento durante um processo altamente interativo. Por meio de jogos, atividades musicais, improvisos e dramatiza&#231;&#245;es corporais, busca-se um amplo desenvolvimento do indiv&#237;duo. &#160;&#160; O m&#233;todo eurr&#237;tmico &#233; um sistema de treinamento musical que utiliza a resposta do aluno ao ritmo proposto atrav&#233;s de movimentos r&#237;tmico-corporais. Para Dalcroze o &#34;movimento corporal &#233; o fator essencial para o desenvolvimento r&#237;tmico do ser humano&#34;, ou que &#34;a execu&#231;&#227;o de ritmos corporais contribuem para o desenvolvimento da musicalidade&#34;. Na pr&#225;tica pelo movimento corporal &#233; que se pede tomar consci&#234;ncia do valor pl&#225;stico do ritmo, assim como nas diversas modalidades ag&#243;gicas e din&#226;micas. A r&#237;tmica desempenha um papel importante em todo programa de educa&#231;&#227;o musical infantil. Dalcroze &#233; considerado por muitos o &#34;promotor do desenvolvimento r&#237;tmico, tanto que sua influ&#234;ncia tem sido preponderante&#8221;. Ele criou a r&#237;tmica constatando que, na m&#250;sica, o elemento mais violentamente sensorial, o mais estreitamente ligado &#224; vida, &#233; o ritmo, o movimento. &#160;&#160; A r&#237;tmica tem por prop&#243;sito &#34;desenvolver e regular as faculdades motrizes do indiv&#237;duo, criar novos reflexos, harmonizar, associar os movimentos corporais em co-rela&#231;&#227;o com os movimentos do pensamento, e estabelecer uma comunica&#231;&#227;o &#237;ntima entre as a&#231;&#245;es e os desejos; entre as sensa&#231;&#245;es e os sentimentos; entre a imagina&#231;&#227;o e a sensibilidade&#34;. Enfim, Dalcroze entende o ritmo como fator organizador dos elementos musicais e que toca, de imediato, a sensibilidade infantil.&#160;&#160; Para Dalcroze, qualquer fen&#244;meno musical &#233; objeto de uma representa&#231;&#227;o corporal: pulso, acento, valores r&#237;tmicos e sil&#234;ncios de car&#225;ter r&#237;tmico; car&#225;ter mel&#243;dico e din&#226;mico (altura, intensidade e timbre); car&#225;ter harm&#244;nico (rela&#231;&#245;es de tens&#227;o entre t&#244;nica e dominante) e car&#225;ter formal (frases, estruturas e formas musicais). Apela continuamente &#224; aten&#231;&#227;o, &#224; mem&#243;ria auditiva e &#224; capacidade de livre express&#227;o do aluno, mediante a cria&#231;&#227;o de exerc&#237;cios r&#237;tmicos e melodias com ritmo, de movimentos simples e coreografados. </content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">Grupo Tap Dance, Juliana Castro</title>
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		       <name>Steven Harper</name>
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		    <updated>26.07.09 20:26:41</updated>
		    <published>21.11.07 17:35:40</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">Grupo Tap Dance Sob a dire&#231;&#227;o art&#237;stica da sapateadora e core&#243;grafa Juliana Castro, e a Dire&#231;&#227;o Musical do Percussionista Edinho Silva o grupo &#233; composto, hoje, por 7 Sapateadoras. O trabalho do Tap Dance em Bras&#237;lia &#233; pioneiro. Com a dist&#226;ncia do eixo Rio - S&#227;o Paulo, em 1994 o grupo buscou aprimoramento t&#233;cnico. A partir desta decis&#227;o, grandes mestres passaram por nossa hist&#243;ria em Bras&#237;lia atrav&#233;s dos workshops organizados pela diretora do grupo: Carlos Viegas, Juliana Gallotti, Carolina Cavaliere, Juliana Garcia, Fl&#225;via Costa, Val&#233;ria Pinheiro, Lane Alexander, Heber Stalin, Steven Harper, Charles Renato, Adriana Salom&#227;o e Fl&#225;vio Salles. O grupo tamb&#233;m se fez presente em importantes eventos, cito: Tap in Rio, Curso de ver&#227;o na Academia do Tap, Campinas Tap Festival, Shuffle In, Festival de Dan&#231;a em Goi&#226;nia, Taguatinga Dan&#231;a, Twins Tap Center, na Argentina, entre outros tantos. No ano de 2000, Juliana Castro dirigiu o espet&#225;culo Sapateando no Tempo, um musical que narrou &#224; trajet&#243;ria do sapateado. Ele possu&#237;a uma abordagem hist&#243;rica calcada nas tr&#234;s origens dessa arte, o sapateado irland&#234;s, o africano e, por fim, o sapateado americano. Com esse tema, buscamos atingir a larga extens&#227;o das palavras sapateado, ritmo e tempo. Elas extrapolam qualquer tipo de conceitua&#231;&#227;o fechada por terem, em comum, a arte de estarem em constante aperfei&#231;oamento e cria&#231;&#227;o. Dessa forma, traduzimos, em um show, a origem e a ess&#234;ncia do sapateado. M&#250;sica, percuss&#227;o e movimentos corporais que buscam a rima, o som e o toque dos p&#233;s dos sapateadores. Em Geometria Brasileira , o Grupo Tap Dance representado por Juliana Castro, sapateadora e Yara Cordeiro, capoeirista, vestiam roupas brancas sobre as quais eram projetadas as telas na inaugura&#231;&#227;o da Mostra Geometria Brasileiras do pintor paulistano Aldir Mendes de Souza. As bailarinas executaram uma performance sapateando e gingando ao som de poemas de D&#233;cio Pignatari, Augusto e Haroldo de Campos. Cid Campos musicou as poesias. Outro trabalho inovador foi juntar em um &#250;nico n&#250;mero, um show de improviso e desafio entre um percussionista que toca um blues em um berimbau, uma sapateadora e uma capoeirista. O Grupo Tap Dance apresenta n&#250;meros de sapateado tocando instrumentos alternativos ao vivo, mesclando o estudo r&#237;tmico feito com o percussionista Edinho Silva e as t&#233;cnicas do sapateado americano. Deste trabalho floresceu, no espet&#225;culo Batuque, em 2004, a composi&#231;&#227;o coreogr&#225;fica chamada: &#34;Tambores&#34;. Nela, criamos a nossa identidade visual e mel&#243;dica! Conseguimos mostrar que &#233;ramos capazes de dan&#231;ar e tocar simultaneamente, as nossas levadas e os nossos grooves eram produzidos pelo toque dos nossos instrumentos alternativos e pelo som dos nossos sapatos musicais. Trabalhamos com funk, samba reggae e samba de quadra. No ano de 2005, trabalhamos na concep&#231;&#227;o e montagem do REPERCUSS&#195;O que percorria desde a linguagem mais cl&#225;ssica e tradicional at&#233; a mais moderna Arte do Sapateado Americano. Tratava-se de uma abordagem r&#237;tmica da trajet&#243;ria do blues, do jazz, do rock e do funk ao longo dos tempos. Em seu acervo, o grupo possui duas coreografias da sapateadora Juliana Garcia de Ribeir&#227;o Preto, coreografias com arranjos percussivos do m&#250;sico Edinho Silva e coreografias tradicionais de repert&#243;rio do universo do sapateado, como a bela coreografia do Bojangles' Doin' the New Low Down&#160;e o Shim Sham, na vers&#227;o do&#160;coreografo Henry Le Tang (transmitida por Steven Harper quando esteve ministrando aulas para o grupo em 2006). No ano de 2006, no espet&#225;culo In-pulso criamos nossas composi&#231;&#245;es coreogr&#225;ficas com Bai&#227;o, Maracatu e Boi-Bumb&#225; com cabos de vassouras. Para tamanha tarefa, mais uma vez contamos com a presen&#231;a do parceiro, m&#250;sico, professor e arranjador, Edinho Silva. Ap&#243;s tantos cursos, espet&#225;culos e investimentos surgia ent&#227;o, mais um desafio, a viv&#234;ncia da Jam Sessiom. Tivemos a honra de estrearmos no mundo da improvisa&#231;&#227;o ao lado de Lane Alessander e Heber Stalin; em uma segunda pr&#225;tica, Steven Harper; e para n&#227;o dizer que foi sorte de principiante no mundo da divers&#227;o atrav&#233;s da t&#233;cnica do improviso, em 2007, na terceira Jam em Bras&#237;lia, tivemos a presen&#231;a de Adriana Salom&#227;o e novamente do Steven Harper no evento Tap in Rio &#8211; Bras&#237;lia. O Grupo Tap Dance tem o compromisso de preservar e inovar a Arte do Sapateado Americano sob a dire&#231;&#227;o da Sapateadora Juliana Castro e de seus atuais integrantes, Alessandra Rizzi, Andressa Nirvana, Larissa Coutinho, Ingrid Zago, C&#237;nthia Moraes, Marina Linhares e Helena Galv&#227;o. Juliana Castro P&#243;s-graduada em Educa&#231;&#227;o F&#237;sica, bailarina, core&#243;grafa, com forma&#231;&#227;o em Sapateado Americano, no Rio de Janeiro (RJ). Produz espet&#225;culos de dan&#231;a e promove cursos de forma&#231;&#227;o de professores de sapateado. Na Universidade de Bras&#237;lia (UnB), foi professora nas disciplinas de Forma&#231;&#227;o R&#237;tmica do Movimento e Pr&#225;ticas Desportivas, do Curso Superior de Educa&#231;&#227;o F&#237;sica. Sua forma&#231;&#227;o de dan&#231;a inclui as seguintes modalidades: jazz, street dance, dan&#231;a de sal&#227;o, afro, moderno e bal&#233;. Tamb&#233;m possui forma&#231;&#227;o em teoria musical e percuss&#227;o. Fez cursos de atualiza&#231;&#227;o em sapateado com renomados professores nacionais e internacionais, freq&#252;entando, anualmente, cursos de aprimoramento da est&#233;tica. Criou a Mostra de Sapateado e os Workshops de Sapateado do DF, al&#233;m da 1&#170; Mostra para Pessoas Portadoras de Defici&#234;ncia. E organiza semestralmente a Festa do Tap com o prop&#243;sito de comemorar o Dia Internacional do Sapateado, cada 25 de maio. Hoje, &#233; diretora do Centro Cultural Tribo das Artes e da Escola de Sapateado Juliana Castro onde promove eventos culturais e art&#237;sticos. </content>
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